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   Uma foto do tipo de handbike que usaremos nos nossos treinos e provas

O clube VPCR por enquanto apenas treina para uma única prova, a VPCR anual de Norte a Sul, como treino profundo para criar resistência e conquistar as melhores técnicas do mundo do ciclismo adaptado em handbike.

Porém varias vezes anualmente somos convidados para varios pontos do país, onde participarmos em pequenas provas de 20 a 40 km, em eventos de inclusão, por exemplo no dia do Deficiente e outros igualmente importantes. Se está interessado na nossa participação, contacte-nos - vpcr@clix.pt

Nos próximos anos o Clube VPCR pretende criar núcleos regionais ao longo de Portugal, para criar e intercambiar treinos em conjunto e provas, se estás interessado em fazer parte de um destes grupos, entra em contacto com José Lima - 258838078 - 969268970 - vpcr@clix.pt

Programa e mapa com os percursos das VPCRs de: 2007 - 2008 - 2009

2007 = 21 etapas - 36 km/etapa  - 2008 = 15 etapas - 57 km/etapa  - 2009 = 12 etapas - 72 km/etapa

Como se pode deduzir pelos mapas, a performance dos participantes da prova anual de Norte a Sul de Portugal, tem vindo a melhorar substancialmente. Mas também reconhecemos sem titubeios, que esta grande melhoria se deve em parte às injecções de energias de terceiros, de grupos de amigos e simpatizantes, sempre prontos a ajudar.

Desde a primeira VPCR (2007), que o percurso pouco se tem alterado, embora em 2009 fossemos obrigados pela força da logística dos patrocínios a seguir de Coimbra para Tomar, enfrentando mais de duas dezenas de quilómetros quase sempre a subir até Penela, para sairmos de tomar e encontrarmos o percurso já conhecido na Golegã.

As etapas de 90 quilómetros que enfrentamos em 2009, são quase o limite de alguns participantes, porque uma coisa é fazer num dia 150 quilómetros e no dia seguinte descansar placidamente, outra coisa coisa bem diferente é mãodalar dias seguidos etapas com 70, 80 ou mais de 90 quilómetros. Pela minha experiencia diria que uma média acessível ronda os 60 quilómetros máximo, para que o participante possa desfrutar da prova e do passeio. Mas dirão os mais compenetrados, para uma média de 60 quilómetros por etapa, algumas etapas podem ter mais de 80 quilómetros, sim é verdade, mas a maioria teria menos de 60 quilómetros, o que permitira descansar para armazenar energias para as etapas acima da média razoável. Para fazer estas médias, não olhem muito para a totalidade dos quilómetros que aparecem nos programas, pois essa totalidade não conta com os quilómetros que percorremos dentro das vilas e cidades, assim essas totalidades são sempre inferiores aos quilómetros reais, pois são calculadas pelos mapas de estrada.
 

Seguindo a lógica anterior, escolhi o percurso para 2010, o mais perto possível do litoral. Embora na zona perto de Lisboa, e para fugir ao tráfego intenso, somos obrigados a entrar um pouco no interior, como podem ver pelo mapa provisório. Tenho que pedir desculpa aos muitos grupos de ciclistas simpatizantes, que pelo país e principalmente no interior Alentejano sempre estiveram ao nosso lado, e que me desculpem os amigos que em diversas cidades nos esperavam tão amavelmente, mas entendam por favor que a VPCR, é uma prova sustentada em termos de custo, de à três anos à data, por diversas Autarquias, e ao modificarmos o percurso para 2010, estamos também libertando algumas dessas Câmaras Municipais do peso do patrocínio pedido anualmente, por um par de anos, porque futuramente voltaremos ao percurso inicial.

Mapa com o possível percurso para a Quarta VPCR em 2010!

 O percurso 2010 foi escolhido tendo em atenção as razões já antes expostas, mas também pela necessidade de proporcionarmos aos mais novos (espero sinceramente que sejam no mínimo 3) um percurso mais plano, fugindo em nome de todos os participantes, às tenebrosas subidas da Serra do Caldeirão, os nossos amigos serão avisados em tempo útil por mail deste novo percurso, porém pedimos a todos os que leiam esta noticia de que divulguem a mesma.

Brevemente lançarei uma página com uma grelha para o percurso de 2010, e as médias esperadas de acordo com o novo percurso da Quarta Volta a Portugal em Cadeira de Rodas. E dito  isto impõe-se uma explicação: como a primeira VPCR (2007) foi feita sobre a minha cadeira de rodas (como se pode ver em fotografias), à qual adaptei uma terceira roda com tracção manual, o nome da prova anual ficou volta a Portugal em cadeira de rodas, dai nascendo o nome do nosso clube VPCR. Explico isto, porque já li algures, que a nossa prova não se deveria chamar, como se chama, porque as nossas handbikes não são cadeiras de rodas. Realmente existe uma certa razão na afirmação, porque realmente nem as cadeiras de rodas que usamos no quotidiano, são cadeiras, e muito menos o são, os triciclos manuais dos praticantes de atletismo adaptado, e ainda menos as nossas tricicletas, usualmente chamadas de handbikes. Uma handbike não é mais que uma tricicleta com tracção manual, para a pratica de ciclismo adaptado. Tudo bem estamos de acordo,  a finalidade de handcycle ou handbike é a mesma. Ciclismo manual ou bicicleta manual, vai dar ao mesmo, o que importa é o desporto que se pratica, e esse realmente e em bom Português é ciclismo adaptado com tracção manual, os outros nos seus triciclos com tracção manual (não cadeiras), praticam sim atletismo adaptado.

2010 = 12 etapas - 58 km de média/etapa

 

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